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	<title>Comentários para o português não tá cansado</title>
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	<description>Blogue do curso de Estudos Portugueses e Lusófonos da FLUC</description>
	<lastBuildDate>Fri, 05 Jun 2009 16:36:06 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Comentário em Mia Couto: Perguntas à língua portuguesa por Leonardo Estevam</title>
		<link>http://tacansado.wordpress.com/2008/10/31/mia-couto-perguntas-a-lingua-portuguesa/#comment-65</link>
		<dc:creator>Leonardo Estevam</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 16:36:06 +0000</pubDate>
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		<description>Legal ver vc dedicado à lingua portuguesa, e ver tantas infinitas palavras da nossa lingua, que as vezes são poucas usados pelo povo, e que ao passar do tempo sofrem alguns acidentes e atropelos, como e o caso da girias, tanto urbanas como rurais. Vc acha que isso pode fazer com o tempo, que a nossa lingua fique cada vez mais &quot;extinta&quot; no nosso dia-a-dia?
   E uma coisa que tenho duvida, que é o uso da Ç , que é usado antes de A,O,U.
   Mas a palavra acesso, não se usa Ç, mesma que venha do verbo acessar, vc sabe porque??? Eu não sei!! Se vc souber por favor me diga..
  Um abraço seu novo amigo Leonardo, Franca/sp.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Legal ver vc dedicado à lingua portuguesa, e ver tantas infinitas palavras da nossa lingua, que as vezes são poucas usados pelo povo, e que ao passar do tempo sofrem alguns acidentes e atropelos, como e o caso da girias, tanto urbanas como rurais. Vc acha que isso pode fazer com o tempo, que a nossa lingua fique cada vez mais &#8220;extinta&#8221; no nosso dia-a-dia?<br />
   E uma coisa que tenho duvida, que é o uso da Ç , que é usado antes de A,O,U.<br />
   Mas a palavra acesso, não se usa Ç, mesma que venha do verbo acessar, vc sabe porque??? Eu não sei!! Se vc souber por favor me diga..<br />
  Um abraço seu novo amigo Leonardo, Franca/sp.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Da especificidade do professor de Português Língua Estrangeira (II) por Marina</title>
		<link>http://tacansado.wordpress.com/2009/04/02/da-especificidade-do-professor-de-portugues-lingua-estrangeira-ii/#comment-64</link>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2009 20:10:26 +0000</pubDate>
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		<description>Adorei o artigo - contém sábias palavras e informações muito úteis, principalmente a parte sobre as aulas de conversação. Sou brasileira e vivo nos EUA, e já tive que dar aulas de Português várias vezes, para diferentes tipos de alunos, com necessidades e objetivos diversos. Me lembro de todas as dificuldades que encontrei na primeira vez, muitas delas citadas. Para que os alunos aprendessem e aplicassem o que sabiam, realmente tive que preparar-me muito!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Adorei o artigo &#8211; contém sábias palavras e informações muito úteis, principalmente a parte sobre as aulas de conversação. Sou brasileira e vivo nos EUA, e já tive que dar aulas de Português várias vezes, para diferentes tipos de alunos, com necessidades e objetivos diversos. Me lembro de todas as dificuldades que encontrei na primeira vez, muitas delas citadas. Para que os alunos aprendessem e aplicassem o que sabiam, realmente tive que preparar-me muito!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Mia Couto: Perguntas à língua portuguesa por gisele</title>
		<link>http://tacansado.wordpress.com/2008/10/31/mia-couto-perguntas-a-lingua-portuguesa/#comment-63</link>
		<dc:creator>gisele</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2009 16:53:57 +0000</pubDate>
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		<description>de que lingua vem o meu nome</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>de que lingua vem o meu nome</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Da (múltipla) importância da vírgula por Gabriel Nunes</title>
		<link>http://tacansado.wordpress.com/2009/04/08/da-multipla-importancia-da-virgula/#comment-61</link>
		<dc:creator>Gabriel Nunes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 14:26:29 +0000</pubDate>
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		<description>Pois não faltam elas, as vírgulas, no texto supra? Ou houve intenção pedagógica, para que lhe sintamos a falta?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois não faltam elas, as vírgulas, no texto supra? Ou houve intenção pedagógica, para que lhe sintamos a falta?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Da especificidade do professor de Português Língua Estrangeira (II) por Mateus</title>
		<link>http://tacansado.wordpress.com/2009/04/02/da-especificidade-do-professor-de-portugues-lingua-estrangeira-ii/#comment-60</link>
		<dc:creator>Mateus</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 12:07:24 +0000</pubDate>
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		<description>Muito bom artigo sobre a convesaçao em português, como sou de Espanha e dou aulas de português sempre me interesso por temas relativos ao português.

Abraços

MAteus</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom artigo sobre a convesaçao em português, como sou de Espanha e dou aulas de português sempre me interesso por temas relativos ao português.</p>
<p>Abraços</p>
<p>MAteus</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em A Criação do Mundo por Lúcia Ferreira</title>
		<link>http://tacansado.wordpress.com/2009/03/30/a-criacao-do-mundo/#comment-59</link>
		<dc:creator>Lúcia Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 22:34:19 +0000</pubDate>
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		<description>Assim é Daniel...
Pena é que tão poucos tenham a lucidez de espírito para o reconhecer...
Sou professora do 1º ciclo com uma formação inicial  de licenciatura em Português-Francês. Após dois anos a trabalhar no segundo ciclo concorri aos primeiro e fiquei colocada... Qual não foi o meu espanto ao ver o quanto este nivel exigia de mim... quanto não tive de estudar... entretanto já fiz uma especialização e neste momento estou a meio de um mestrado rodeada de colegas que leccionam noutros niveis de ensino e que do que se faz por cá... nem sonham...
Um comentário final: também não sabem o que perdem!
Cumprimentos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Assim é Daniel&#8230;<br />
Pena é que tão poucos tenham a lucidez de espírito para o reconhecer&#8230;<br />
Sou professora do 1º ciclo com uma formação inicial  de licenciatura em Português-Francês. Após dois anos a trabalhar no segundo ciclo concorri aos primeiro e fiquei colocada&#8230; Qual não foi o meu espanto ao ver o quanto este nivel exigia de mim&#8230; quanto não tive de estudar&#8230; entretanto já fiz uma especialização e neste momento estou a meio de um mestrado rodeada de colegas que leccionam noutros niveis de ensino e que do que se faz por cá&#8230; nem sonham&#8230;<br />
Um comentário final: também não sabem o que perdem!<br />
Cumprimentos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Portugueses do Norte por matheus</title>
		<link>http://tacansado.wordpress.com/2009/03/12/portugueses-do-norte/#comment-57</link>
		<dc:creator>matheus</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 23:56:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://tacansado.wordpress.com/?p=1381#comment-57</guid>
		<description>Como sempre, a atenção para um certo fato é circunscrita àqueles por ele diretamente afetados. No mais, a ignorância predomina. Não há que se esperar demais do português cotidiano, &quot;e que raios tem ele com a Galiza, pois não?&quot;, ou mesmo do acadêmico, ao menos com respeito a uma área que não seja a que estuda.

Como brasileiro, estudante da língua portuguesa, posso compreender a sensibilidade brasileira, explicar-lhe talvez. Um conjunto mínimo de distinções variadas com respeito aos usos verbais e fonológicos parece ser suficiente para que o português geral compreenda o &quot;brasileiro&quot; como uma outra língua. Poucos são os jovens portugueses com quem tenho que não me propuseram discutir qualquer coisa disso. Sim, o nosso pronome átono tende à próclise (tal como se deu no galego), mas isso pouco ou nada afeta a interação entre dois falantes de variedades distintas. Uma vez, porém, que um brasileiro experimente as respostas e a opinião geral portuguesa sobre a sua língua mãe, isto é, a variedade que fala, é evidente que, ao conhecer o caso galego, perceberá que, tal qual o brasileiro fala, sim, português, também o galego semelha ser uma variedade dele.

Por outro lado, eu, fosse galego, poderia até gostar de que reconhecessem minha maior proximidade a Portugal que à Espanha, mas não aceitaria ser chamado de &quot;português do Norte&quot;. Não fica melhor a expressão &quot;galego do Sul&quot;?

É claro, à proposta de que há efetivamente uma unidade lingüística entre Portugal, Galiza, Brasil e África lusófona, subjaz um conceito abrangente de língua. Uma pessoa do interior do Nordeste, dali de Pernambuco, Paraíba, Ceará, bem era capaz de conversar com um galego ou mesmo um alentejano, mas o lisboeta e o portuense ainda menos se fariam entender. As variedades entram em especificidades tais que é possível que mesmo dois brasileiros não raro se desentendam. Imagino que o mesmo aconteça entre portugueses. Para além das particularidades dos usos, a mídia cumpre aqui um papel importante: promover uma variedade lingüística economicamente destacada (no Brasil, a da região sudeste) acaba por, também, transmitir seus usos como generalidade. Do mesmo modo, seria a única coisa que elogio no acordo ortográfico (facilitar a interação, ainda que não fosse difícil entender uma redação com &quot;p&quot;s e &quot;c&quot;s)... Mas isso já é pertinente a outra questão.

Bem, meus elogios ao blog.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como sempre, a atenção para um certo fato é circunscrita àqueles por ele diretamente afetados. No mais, a ignorância predomina. Não há que se esperar demais do português cotidiano, &#8220;e que raios tem ele com a Galiza, pois não?&#8221;, ou mesmo do acadêmico, ao menos com respeito a uma área que não seja a que estuda.</p>
<p>Como brasileiro, estudante da língua portuguesa, posso compreender a sensibilidade brasileira, explicar-lhe talvez. Um conjunto mínimo de distinções variadas com respeito aos usos verbais e fonológicos parece ser suficiente para que o português geral compreenda o &#8220;brasileiro&#8221; como uma outra língua. Poucos são os jovens portugueses com quem tenho que não me propuseram discutir qualquer coisa disso. Sim, o nosso pronome átono tende à próclise (tal como se deu no galego), mas isso pouco ou nada afeta a interação entre dois falantes de variedades distintas. Uma vez, porém, que um brasileiro experimente as respostas e a opinião geral portuguesa sobre a sua língua mãe, isto é, a variedade que fala, é evidente que, ao conhecer o caso galego, perceberá que, tal qual o brasileiro fala, sim, português, também o galego semelha ser uma variedade dele.</p>
<p>Por outro lado, eu, fosse galego, poderia até gostar de que reconhecessem minha maior proximidade a Portugal que à Espanha, mas não aceitaria ser chamado de &#8220;português do Norte&#8221;. Não fica melhor a expressão &#8220;galego do Sul&#8221;?</p>
<p>É claro, à proposta de que há efetivamente uma unidade lingüística entre Portugal, Galiza, Brasil e África lusófona, subjaz um conceito abrangente de língua. Uma pessoa do interior do Nordeste, dali de Pernambuco, Paraíba, Ceará, bem era capaz de conversar com um galego ou mesmo um alentejano, mas o lisboeta e o portuense ainda menos se fariam entender. As variedades entram em especificidades tais que é possível que mesmo dois brasileiros não raro se desentendam. Imagino que o mesmo aconteça entre portugueses. Para além das particularidades dos usos, a mídia cumpre aqui um papel importante: promover uma variedade lingüística economicamente destacada (no Brasil, a da região sudeste) acaba por, também, transmitir seus usos como generalidade. Do mesmo modo, seria a única coisa que elogio no acordo ortográfico (facilitar a interação, ainda que não fosse difícil entender uma redação com &#8220;p&#8221;s e &#8220;c&#8221;s)&#8230; Mas isso já é pertinente a outra questão.</p>
<p>Bem, meus elogios ao blog.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Rui Guilherme Gabriel: Caçadores de Heranças por Helena Ramos</title>
		<link>http://tacansado.wordpress.com/2009/02/19/rui-guilherme-gabriel-cacadores-de-herancas/#comment-55</link>
		<dc:creator>Helena Ramos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 21:11:24 +0000</pubDate>
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		<description>Olá!
Que surpresa que eu tive agora!
Parabéns pela tua caminhada!!!!!!!!!! AVDENTES FORTVNA IVUAT!
Não te deves lembrar de mim à primeira... vou recordar-te que fui para Cabo Verde no mesmo ano e que, no ano lectivo anterior, frequentei contigo aquelas (pseudo-)formações do PRL.
Vê lá se não te esqueces de nós para nos dares FORMAÇÃO na RAM!
Até breve!
Helena Ramos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá!<br />
Que surpresa que eu tive agora!<br />
Parabéns pela tua caminhada!!!!!!!!!! AVDENTES FORTVNA IVUAT!<br />
Não te deves lembrar de mim à primeira&#8230; vou recordar-te que fui para Cabo Verde no mesmo ano e que, no ano lectivo anterior, frequentei contigo aquelas (pseudo-)formações do PRL.<br />
Vê lá se não te esqueces de nós para nos dares FORMAÇÃO na RAM!<br />
Até breve!<br />
Helena Ramos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em EPL no Mundo por Maria</title>
		<link>http://tacansado.wordpress.com/metodologia/#comment-54</link>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2009 23:55:07 +0000</pubDate>
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		<description>Bom trabalho. É um apoio aos professores e não só.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom trabalho. É um apoio aos professores e não só.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Portugueses do Norte por Joãm</title>
		<link>http://tacansado.wordpress.com/2009/03/12/portugueses-do-norte/#comment-53</link>
		<dc:creator>Joãm</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 04:28:22 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Por outro lado, a anedota da recusaçõ do público a nõ gritar “eta, eta, eta”, nõ acho que fosse por falta de proximidade entre o galego e o português…&quot; (quigem dizer)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Por outro lado, a anedota da recusaçõ do público a nõ gritar “eta, eta, eta”, nõ acho que fosse por falta de proximidade entre o galego e o português…&#8221; (quigem dizer)</p>
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