“Nada deve ser mais importante nem mais desejável (…) do que preservar a boa disposição dos professores (…). É nisso que reside o maior segredo do bom funcionamento das escolas (…).”

Algures, no final do século XVI, uma Companhia atreveu-se a inscrever isto na obra Ratio Studiorum (não confundir com um dos actuais pesadelos do ensino superior, que tem um sentido totalmente diverso). Embora não sejam verdadeiramente texto lusófono, os excertos que me chegaram hoje pelos bons ofícios da Prof. Doutora Ofélia Paiva Monteiro animarão alguns companheiros de jornada. Já agora, poderão enviar para o blogue a vossa definição de “trabalhos domésticos”.

Por contraste, na próxima semana veremos o regulamento aconselhado ao professor americano (ou professora…), em meados do século XIX.

Joana Vieira Santos